Clarice Martins
Aquele indivíduo não sabia o que era limites. Para piorar tudo, recebi presentes, flores com cartões e caixas para Eros.
“Onde foi que eu errei?”
— Um admirador? — Damien perguntou nada amigável.
Foi quando li o cartão e me deparei com mais um bilhete invasivo de Renkins; imediatamente eu joguei tudo no lixo mais próximo.
Havia roupas e brinquedos para Eros, mas eu sequer o deixei ver.
“Ele só pode estar brincando comigo!”
“Quem esse i****a acha que é para mandar alguma coisa para Eros?”
Apenas Damien viu aquelas coisas depois de abrir uma das caixas.
— É apenas um assediador de subordinadas! Ninguém importante.
O rosto de Damien escureceu, como se ele soubesse de quem eu estava falando. Ele apertou as bordas da caixa.
— Fique longe dele. Para sua segurança. — sugeriu, parecendo que se livraria de todas aquelas coisas ele mesmo.
— Eu sei. Eu tento! — assegurei.
A única forma de fazê-lo parar era confrontá-lo novamente. Suspirei, visivelmente can