Capítulo 89
Yulssef
O teto amarelo, mofado, descascando sobre mim, me dizia que nem hospital de beira de estrada merecia aquilo. A luz da lâmpada piscava de tempos em tempos, irritando o pouco da paciência que me restava. Malditos japoneses olhos chatos, que me jogaram aqui como um cão sem dono.
Eu tentava respirar fundo, mas a costela doía. Tudo doía. A porra do olho esquerdo não abria, e o direito só enxergava embaçado por causa do inchaço.
A coxa latejava com força, como se