Capítulo 83
Ezequiel Costa Júnior
Andei a passos rápidos até o jardim. Meus olhos bateram direto naquela cena maldita: Aaron estendido no chão, meu cachorro praticamente deitado sobre ele, também baleado. Não pensei, não hesitei.
— Mauro! — gritei, sentindo o gosto metálico da adrenalina na boca.
Ele veio correndo, arma em punho, os olhos arregalados.
— Pode puxá-los que te cubro! — berrou, tomando posição e começando a disparar contra os invasores que tentavam se aproximar.
Me atirei no chão