Diya puxou para mais perto de si o casaco fino que usava, tentando se proteger do frio, enquanto encolhia os ombros e caminhava devagar para dentro do hospital.
Ela repetia para si mesma:
“Eu não estou preocupada com o Zeus. Só estou aqui porque ele me ajudou e tenho que agradecer, nada mais.”
O setor de internação à noite era extremamente silencioso. Diya, ainda assim, caminhava o mais suavemente possível, mas acabou despertando Patrick, que estava de guarda, sempre atento.
Ela fez um ges