Capítulo 155
A ordem de Diya para que saíssem foi simples e direta. Sua paciência já estava completamente esgotada, e ela não estava disposta a perder mais um segundo sequer com aquelas duas pessoas.

— Você! — Eduarda ficou com o rosto vermelho de raiva, o pescoço tenso, e apontou o dedo para Diya, mas, por mais que quisesse gritar, nenhuma palavra saía de sua boca.

Diya, no entanto, não perdeu a compostura. Com um olhar frio, ela também levantou a mão, mas com uma diferença: ergueu três dedos.

— Dou a
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