A ordem de Diya para que saíssem foi simples e direta. Sua paciência já estava completamente esgotada, e ela não estava disposta a perder mais um segundo sequer com aquelas duas pessoas.
— Você! — Eduarda ficou com o rosto vermelho de raiva, o pescoço tenso, e apontou o dedo para Diya, mas, por mais que quisesse gritar, nenhuma palavra saía de sua boca.
Diya, no entanto, não perdeu a compostura. Com um olhar frio, ela também levantou a mão, mas com uma diferença: ergueu três dedos.
— Dou a