Após uma noite de intimidade, Zeus já conhecia cada curva, cada ponto sensível do corpo de Diya. Seus dedos, com a precisão de um artesão experiente, deslizaram por um desses lugares, provocando um arrepio que ele percebeu na forma de uma respiração presa. Diya enrijeceu, tensa como um peixe fora d'água, seu corpo arqueando-se involuntariamente contra os lençóis enquanto ofegava, presa em uma rede de sensações contraditórias.
Zeus, no entanto, queria mais. Queria o som da súplica, a rendição com