Capítulo 715
Karina fechou os olhos:

— Me solte.

Ademir, naturalmente, não quis soltá-la:

— Karina, você pode ficar brava, me bater, me xingar, mas não me ignore, por favor.

Ele estava sendo bastante gentil.

Mas Karina ainda não teve muita reação:

— Me solte, estou um pouco cansada, quero deitar um pouco, não quero conversar.

— Tudo bem, eu te levo. — Ademir estendeu o braço, pegou-a no colo e a levou para o quarto principal, colocando-a na cama.

Ele, no entanto, não saiu, ficando ao lado da cama.

— Saia. —
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