Karina fechou os olhos:
— Me solte.
Ademir, naturalmente, não quis soltá-la:
— Karina, você pode ficar brava, me bater, me xingar, mas não me ignore, por favor.
Ele estava sendo bastante gentil.
Mas Karina ainda não teve muita reação:
— Me solte, estou um pouco cansada, quero deitar um pouco, não quero conversar.
— Tudo bem, eu te levo. — Ademir estendeu o braço, pegou-a no colo e a levou para o quarto principal, colocando-a na cama.
Ele, no entanto, não saiu, ficando ao lado da cama.
— Saia. —