— O que aconteceu comigo?! Você não sabe? — Karina mordia os dentes, a voz tremeu incontrolavelmente assim que abriu a boca. — Não precisa saber! Só te peço uma coisa: se for para morrer, morra logo! Quem sabe, por você ter me dado uma vida, eu até possa me lembrar de você!
Com isso, ela desligou o telefone.
Levantou a cabeça, piscou os olhos e se esforçou para conter as lágrimas que estavam prestes a cair.
Nenhum deles, além do Catarino, fosse Lucas ou Ademir, conseguiria fazer com que ela derr