Mundo ficciónIniciar sesiónLorenzo Adrien Beaumont Kovinsck é um herdeiro de família tradicional. Milionário e mimado, não tem consideração pelas pessoas de classe baixa, até que ele encontra Ethan Young Sik, seis anos mais jovem e muito indiferente ao que quer que Lorenzo pense ou não sobre ele e a - classe trabalhadora- Ethan tem uma coisa ou duas a ensinar a " Sua Alteza" Raio de Sol". O que será a maior lição de sua vida protegida em redoma de ouro. Lorenzo é mais do que se deixa ver e tem muito a ensinar ao belo e rude homem mais jovem sobre sua vida protegida e mimada. Junte a isso cinco pequenas surpresas que vem no combo com Ethan e Lorenzo vai ter um contrato que não estava em seus planos dourados.
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O carro esporte conversível era branco, reluzente, típico de um homem rico e sofisticado, como o belo loiro que ia na direção. Lorenzo Adrien Beaumont Kovinsck dirigia com elegância e segurança no trânsito caótico com o seu terno Stuart Hughes off-White personalizado e camisa de linho branco que custaram o preço de um apartamento. Ele usava sapatos bege tão caros quanto tudo o que trazia com ele, assim como o penteado de corte perfeito que não tinha um fio loiro fora de ordem. Nem mesmo os ventos da noite de Seul os tirava de lugar.
Sua vida era boa e de privilégios e no momento que entrou no posto de gasolina, viu uma vaga em frente de uma loja de conveniência que pretendia fazer uma parada para abastecer e comprar café. Ele entrou naquela vaga sem perceber que na mesma hora uma monstruosa Harley-Davidson fazia o mesmo.
O choque não foi tão forte, mas o impacto fez com que o cara da moto perdesse o equilíbrio caindo ao chão. Lorenzo bateu a testa no painel derrubando os seus óculos caros no piso do carro, o air bag foi acionado e ele praguejou ao mesmo tempo que outro par de grosseiros palavrões feriram os seus ouvidos vindo de fora de sua janela aberta..
O motociclista ainda soltando maldições devido a idiotas que não enxergavam nem sabiam dirigir, se ergueu do asfalto e foi até o conversível e ajudou Lorenzo a sair da confusão.
- Você é louco ou só idiota da classe baixa? - Lorenzo Kovinsck reclamou enquanto se soltava das mãos do motociclista voltando-se para olhar se o seu carro foi avariado.
- Espere um instante sua alteza, foi você quem entrou numa vaga para motos com essa sua carruagem do sol...
- A prioridade era minha! – Lorenzo passou a mão com o Rolex, de ultima edição limitada, nos cabelos para ajeitá-los e olhou para o rude homem. Um motociclista com colete de couro, jeans e botas militares, havia até a corrente presa na carteira no bolso.
- Em louvor a quê “Raio de sol?” Que parte você não entendeu que esta é uma vaga para motos?? A propósito, estou bem obrigado. Eu me chamo Ethan young Sik , e você?
Ethan esticou a mão após passá-la na perna do jeans para tentar limpar, mas Lorenzo a ignorou muito aborrecido com o atraso do seu precioso horário e olhando com nojo para a mão suja de graxa do outro. Certamente um mecânico ou líder de alguma gangue.
- Olha, basta pagar o conserto da Elisy na oficina que eu uso e não precisaremos ir à delegacia. Está tudo bem, ok? Tenho que fazer coisas urgentes e não posso ir à delegacia agora.
- Ah aposto que não vai querer entrar numa delegacia mesmo! Elisy, quem é Elisy? Não diga que colocou nome nessa… coisa – Lorenzo Kovinsck disse sarcástico e pedante como costume.
Ethan, tirou o capacete. Cabelos pretos longos até os ombros em ondas macias e brilhosas e o rosto mais bonito que Lorenzo já vira em qualquer país que andara ou em desfiles de modas em Paris. O rapaz mais parecia um ‘top’ model asiático com intensos olhos escuros e exoticmente puxados nos cantos como um felino raríssimos em extinção ou um daqueles guerreiros nativos de alguma capa de romance que as mulheres suspiravam ao ver… não ele… Lorenzo Kovinsck perdeu o rumo ao ver aquela visão que parecia algo surreal, mas apenas por um momento então, voltou aos insultos e frieza pedante reassumindo o controle novamente.
Pegou o celular e fez a ligação para relatar o incidente. Ethan suspirou frustrado sabendo que iria perder horas de trabalho, mas sentou-se resignado na traseira da moto para ligar ao trabalho e avisar do seu atraso.
Lorenzo, ainda estava aborrecido pelo incidente duas horas depois, quando os dois prestavam depoimentos na delegacia apesar de a moto ter sido arranhada e o carro não.
Ethan, subiu na sua Harley-Davidson e acelerou para tentar salvar o dia de trabalho.
Apesar do loiro parecer Apolo o deus mais belo do Olimpo era também uma pessoa horrível e preconceituosa que acabara lhe devendo o conserto da moto que ele próprio teria de fazer quando tivesse tempo, era uma pena.
Ethan havia acostumado a receber muito desaforo e preconceito dos ricos, mas as vezes isso o magoava. Por isso nunca se casaria com nenhum engomadinho mimado nem queria, já teve o seu quinhão de decepções amorosas e ele só teve traumas com gente rica nos seus vinte e sete anos.
Algumas semanas depois, Ethan estava num dos clubes mais luxuosos e exclusivos da cidade cheio de ricos e milionários não para se divertir, mas porque estava a trabalho servindo nas áreas vip com estrangeiros e ele sabia falar algns idiomas que o mantinham no emprego coo o mais requisitado para servor granfinos e famosos. Quando vinha entregar petiscos e as bebidas solicitadas ao casal de atores famoros, alguém esbarrou nele, a bandeja espatifou-se no chão a moça que ia pegar a taça - e que estava ha algum tempo flertando com ele- recebeu o líquido no decote do elegante e ousado vestido rubi.
- Ei, cuidado seu idiota, olhe por onde... Não acredito... é você de novo!! Vou chamar o segurança está me perseguindo??
Ethan dividiu-se entre tentar desculpar-se com a inglesa e auxilia-la a limpar a roupa e lançar um olhar de puro aborrecimento ao desastre ambulante do "carruagem de sol". Enquanto a moça corria ao banheiro xingando-o com fervor chamando atenção dos conhecidos na mesa ao lado. Ethan se virou para confrontar o Raio de sol.
O belo loiro parecia muito pecaminoso com a barba por fazer e outro daqueles ternos claros parecendo muito com algo daqueles itens de luxo que Ethan não queria nem encostar.
-Te perseguindo? Talvez seja você "Lawrence da Arábia" que esteja tentando fazer a minha vida miserável e perder os meus empregos. É um hobby novo passar o tempo de um riquinho mimado e fútil como você?
Ethan não havia levantado a voz mas o tom doce e timbre muito sensual para um homem confundiu muito Lorenzo Kovinsck que não conseguia desviar seus olhos do olhar perigoso e exotico dirigido a ele.
-E você está me devendo o conserto da minha Elisy. Eu agora perderei outro emprego por sua culpa… outra vez.
- É Lorenzo Kovinsck e não Lawrence e o meu terno ,que você derramou bebida nojenta nele, custa mais do que todos os empregos e essa sua moto com nome de mulher vadia. Aonde vocês acham esses nomes estúpidos?
Ethan, soltou um bufo exasperado e afastou-se pisando duro. O olhar de Kovinsck não desviaram da figura de costas a ele um só segundo.
Uma mês depois, Ethan passava de moto em uma estrada deserta quando viu o carro branco parado no meio da rodovia Lawrence sem paletó, chutava e xingava o pneu furado olhando para a peça como se quisesse queima-lo com os olhos.
Paolo se aproximou de Ian, que estava com a nova garotinha Yumi. Ele se dava muito bem com as crianças e sabia ser muito afetuoso. Paolo passou tantos anos de sua vida na brutalidade que as cenas de Ian com os filhos de seu chefe o atraiam como um imã. Não tivera nenhuma docura em sua vida e queria manter assim mas Ian apareceu. O jovem lindo e doce que se aproximava de le sem qualquer medo, sem saber quem era Paolo de verdade. -Veja esse vestido ficou muito bem em você querida. -Ian elogiou sorrindo. -Meus cabelos. Estão como os seus.-Ela disse surpresa e com um pequeno sorriso tocando no cabelo liso penteado e Ian havia feito um pequeno coque nela como o dele que estava crescido. Ian havia passado shampoo, cremes e penteara os cabelos dela transformando-os no melhor que pode. Realmente, cesceram até as orelhas delicadas e parecia u pequena versão dele mesmo. Os cabelos dela antes tosados e faltando pantes na cabeçinha ferida agora estav
E então o caos se formou no hospital com a voz irritadiça e alta de um homem tentando invadir a enfermaria e o homem q estava fazendo as pessoas ficarem assustadas fez Yumi tremer e arregalar os olhos. Ethan entendeu ser o padrasto de Yumi. - Fique aí quietinho Yumi, ele não vai encontrar você.Ethan disse fechando a porta atrás de si e indo até o barulho. -Eu quero pegar ele agora. O menino é meu enteado e ele está sozinho aqui. A vagabunda da mãe teria de vir pegar ele mas não foi.- E estou dizendo que esse nome com sua esposa como responsável, não está registrado neste momento na área de enfermaria infantil, senhor. Tem um q recebeu alta pela manhã a mãe levou sim. A recepcionista mostrou o registro de saída e o homem chutou o balcão irado. -Acalme- se senhor ou vou chamar a polícia. Por gentileza se afaste do balcão e se acalme ou vou ter de manda- lo para fora.- Ethan olhou p o segurança que havia se aproximado p o balcão. - Eu vou fazer uma denuncia ao delegado contra
Depois da história de Takeo com Ethan, Adrien estava mais do que disposto a bater em algum cafajeste q tocou uma criança. Não é que não fizesse mas as outras vezes que aniquilara esse tio anormal estava em missão ou sendo pago p fazer a desova.O garotinho parecia ter pouco mais que dez anos, estava muito magro e usava roupas gastas. O que mais o impactou foi o fato de que ele não era nativo, tinha olhos asiáticos como se fosse chinês ou coreano , o q fazia Adrien pensar q era adotado. Ou outra coisa. Ele precisava conhecer essa mãe e o padrasto.Ele seguiu mãe e a criança para saber aonde estavam indo e a mulher arrastava a criança atrás de si para um bar local que Adrien sabia ser de jogos e comida europeia.- Eu juro que vou ficar quieto no seu trabalho mamãe. Posso ajudar vc a lavar pratos do restaurante. Por favor não quero ficar aqui com ele. - Não tenho tempo para suas birras, estou quase atrasada e eu posso perder o emprego. Vai entra e não causa problemas para seu padrasto.
Depois da história de Takeo com Ethan, Adrien estava mais do que disposto a bater em algum cafajeste q tocou uma criança. Não é que não fizesse mas as outras vezes que aniquilara esse tio anormal estava em missão ou sendo pago p fazer a desova.O garotinho parecia ter pouco mais que dez anos, estava muito magro e usava roupas gastas. O que mais o impactou foi o fato de que ele não era nativo, tinha olhos asiáticos como se fosse chinês ou coreano , o q fazia Adrien pensar q era adotado. Ou outra coisa. Ele precisava conhecer essa mãe e o padrasto.Ele seguiu mãe e a criança para saber aonde estavam indo e a mulher arrastava a criança atrás de si para um bar local que Adrien sabia ser de jogos e comida europeia.- Eu juro que vou ficar quieto no seu trabalho mamãe. Posso ajudar vc a lavar pratos do restaurante. Por favor não quero ficar aqui com ele. - Não tenho tempo para suas birras, estou quase atrasada e eu posso perder o emprego. Vai entra e não causa problemas para seu padrasto.
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