Ele iria bater nela?
Karina até se esqueceu de piscar os olhos.
Se ouvia uma leve rajada de vento ao seu redor, mas a dor esperada nunca chegou.
Um som estrondoso ecoou quando o braço de Ademir passou rente à sua bochecha, e o punho dele se chocou violentamente contra a parede atrás dela!
Naquele momento, Karina ouviu o som dos ossos colidindo com o concreto, junto com o ruído da poeira caindo da superfície da parede.
Aquele soco foi dado com toda a força!
— Ademir! — Karina, assusta