O atendente permaneceu em silêncio, balançando a cabeça mecanicamente:
— Não, não está à altura.
— Ademir! — Karina sussurrou, irritada, quase saltando de onde estava.
"Ele vai aprontar de novo?"
— Estou aqui. — Ele sorriu para ela, mas logo se virou para o atendente com uma expressão fria, apontando para outro celular no balcão. — Me mostre esse aqui.
— Certo.
Karina deu uma rápida olhada no preço e, alarmada, agarrou o braço de Ademir, franzindo a testa:
— Eu não quero esse celul