Ademir estava furioso, segurando a caixa de bolo no alto, seus olhos negros semicerrados enquanto rangia os dentes.
— E se eu o quebrar? — Ameaçou ele.
Karina, com o olhar gélido, encarou ele diretamente, a expressão séria:
— Esse bolo é meu. Por favor, coloque ele no chão, eu não estou brincando com você.
Ela realmente se importava tanto...
Ao olhar para o rosto delicado e rosado de Karina, Ademir apertou ainda mais o braço que segurava o bolo. Com um sorriso frio e uma expressão de e