Karina abriu a porta e saiu correndo.
— Karina. — A voz de Ademir soou atrás dela. Seu tom frio, carregado de raiva. — Pare aí.
Karina hesitou por um breve instante, mas não se virou. Parou por apenas um segundo, depois saiu decidida, fechando a porta com firmeza.
— Que absurdo!
A expressão esculpida e elegante de Ademir estava cheia de fúria. Será que ela estava determinada a enlouquecê-lo?
— Ademir... — Vitória, que estava ao lado, tinha o rosto pálido.
Com um tom de tristeza, ela disse:
— Me