Naquele instante, o tempo parecia ter parado, assim como tudo ao redor.
Eles permaneciam abraçados, em silêncio, como se o mundo inteiro tivesse desaparecido.
Até que Karina, com um leve desconforto, precisou dizer:
— Ademir, meu braço está ficando cansado.
Ademir, surpreso, rapidamente a soltou.
Karina ainda segurava o frango que havia comprado no mercado. Para evitar que encostasse em Ademir, ela havia mantido o braço erguido o tempo todo.
— Me dá isso aqui. — Ademir pegou o frango da mão dela