— Karina. — Ademir bateu na porta com um pouco mais de força, temendo que ela estivesse dormindo e não tivesse ouvido as batidas. — Sou eu, Ademir! Abre a porta.
A voz alta acabou chamando a atenção dos vizinhos.
— Quem é? — Um vizinho abriu a porta, irritado. — Senhor, você está nos incomodando. Faça silêncio ou vou chamar a polícia!
— Desculpe.
Ademir pediu desculpas educadamente e tentou novamente entrar em contato com Cecília para saber se havia um telefone no apartamento.
Cecília respondeu,