Simão segurou a mão de Patrícia, oferecendo um conforto silencioso.
Ele então olhou para Filipe:
— Sr. Pinto, se não há mais nada, vamos indo.
— Patrícia, vamos.
— Está bem. — Patrícia segurou o braço de Simão e os dois começaram a caminhar juntos para dentro. — Não tem problema a gente entrar antes? Karina vai conseguir nos encontrar, certo?
— Não se preocupe, se ela não achar o caminho, eu volto para a buscar.
— Certo.
Enquanto os via se afastarem cada vez mais, Filipe permaneceu parado, sentindo uma dor que se espalhava pelo peito. Todo o seu corpo parecia desconfortável!
Seus pés começaram a se mover instintivamente, como se quisessem os seguir.
— Filipe.
Zara, que vinha logo atrás, segurou Filipe a tempo, olhando para ele com curiosidade:
— Você já falou com o gerente? Podemos entrar agora?
Filipe ficou imóvel, olhando para os lábios de Zara que se moviam, mas era como se ele não conseguisse ouvir o que ela dizia.
Na verdade, até o rosto de Zara parecia estranho para ele naquele m