Ademir segurou a mão dela e sorriu, um sorriso cheio de felicidade:
— Então era você. Era você o tempo todo. Ainda bem que era você, Karina. Que bom!
A pessoa que ele amava sempre foi ela, e ninguém mais.
— Ademir... — Karina sentia uma dor profunda em seu coração. — Me desculpe, me desculpe...
— Não é culpa sua. — Ademir, com dificuldade, levantou a mão e acariciou suavemente o rosto dela. — Nós dois fomos vítimas. Não se culpe mais, está bem?
— Está bem. — Karina assentiu com força,