Ademir não tinha paciência, segurou o rosto de Karina com as mãos, forçando ela a olhar para cima.
— Fala!
Karina, com o rosto ruborizado e as sobrancelhas franzidas, respondeu:
— Vamos falar lá fora, você não tem vergonha? — E se desvencilhou do homem, saindo apressadamente da sala de exame.
Ademir ficou paralisado por um segundo.
"Isso é vergonha?"
Ele correu atrás dela, abraçando ela por trás, enquanto Karina se contorcia.
— Não se mexa. — Ademir riu baixo. — Você é médica, o qu