— Solte ela.
Ademir pronunciou cada palavra devagar e calmamente, mas Júlio sentiu uma onda inexplicável de inquietação em seu coração.
— Sim, mano. — Júlio se apressou a soltar Karina.
Mesmo depois de todo esse tumulto, Karina não acordou.
Ademir franziu a testa. “Será que ela está com algum problema de saúde? Foi o avô que a mandou aqui, e se ela voltar e reclamar com ele, quem vai se dar mal sou eu. Que incômodo!”
Com o rosto sério, Ademir se inclinou, pegou Karina nos braços e a levou para d