— Chegamos. — Ademir permaneceu sentado. — Minha perna não está muito bem, mesmo que estivesse, acho que você não precisa de ajuda. Pode descer sozinha.
— Obrigado, estou indo. — Karina se virou, abriu a porta do carro e saiu.
Observando suas costas, Ademir não abaixou a janela do carro.
— Sr. Ademir? — Após esperar um momento, quando já não podia mais a vê, o motorista falou cautelosamente. — Vamos?
— Vamos. — Ademir desviou o olhar, refletiu por um instante e pegou o celular.
— Irmão, encontre