Acordei com um som diferente aquela madrugada.
Era um som contido, baixo, vindo do quarto de Bennet.
Meu coração soube antes mesmo dos meus pés tocarem o chão. Corri, descalça, o pijama embolado no corpo, e o encontrei sentado na cama, curvado, suando frio.
ㅡ Está tudo bem? ㅡ pergunto, já sabendo que não estava.
Ele não conseguiu responder. Tentava, mas o corpo não obedecia. Os lábios estavam pálidos, a respiração muito irregular.
Eu liguei para Conrad, tremendo, tentando manter a voz baixa par