- Eu nunca dei uma ordem assim. - Disse Antônio friamente.
Mas Emilia se recusou a sair e segurou firmemente na mesa ao lado quando os seguranças se aproximaram.
- Sr. Antônio, a pessoa que me bateu disse que eu te ofendi. Eu imploro que você me deixe ir, eu não quero morrer aqui.
Emilia chorava desesperadamente, seu rosto estava marcado com ferimentos que certamente deixariam cicatrizes depois de curados.
Antônio inicialmente não queria se envolver nesse assunto, mas pela forma como Emilia fala