O cheiro de desinfetante era um tanto irritante.
Guilherme abriu os olhos sob uma luz ofuscante e franziu a testa pela intensidade.
Parecia ainda estar preso naquele sonho que não queria acordar. Mesmo depois de reconhecer onde estava, ele continuou deitado na cama do hospital. Seu desejo era fechar os olhos novamente e recair no sonho.
Uma voz soou ao seu lado:
- Sr. Guilherme, você acordou?
O homem ao lado da cama se apressou em se aproximar. Guilherme franziu ainda mais a testa e se sentou c