Cidade R, cais do rio.
Um lugar que, em dias comuns, era um burburinho constante de carga e descarga, naquele momento estava assustadoramente silencioso, sem uma única alma à vista, o que dava um ar sinistro ao ambiente.
No fundo do armazém, um feixe de luz ofuscante brilhava sobre as cabeças das pessoas reunidas ali, iluminando os líderes do cais, agora cercados no centro.
Neste momento, eles estavam sentados em cadeiras, com as mãos e pés amarrados aos encostos, completamente imobilizados.
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