No dia seguinte, Pedro chegou ao escritório e levou um susto ao abrir a porta.
Lorenzo, sempre tão bem-vestido, jazia diante da sua mesa de trabalho, olhando fixamente para um celular com a tela estilhaçada, exalando um ar de derrota.
Sua palma também estava ferida, com um corte novo sobre uma cicatriz já fechada, deixando um rastro arrepiante de sangue seco.
Pedro, com um olhar incerto, não se aninhou em seu canto habitual como de costume. Ele aproximou e bateu na mesa de Lorenzo e disse:
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