Depois de tantas mágoas e desavenças, Lúcia sabia que a compreensão dela e a de seu pai eram incomparáveis.
Ela estava ali para transmitir uma mensagem de seu pai, não para brigar. Assim, os punhos cerrados ao seu lado foram lentamente se desfazendo.
Lúcia não queria olhar para ele e seus olhos se fixaram na mesa do escritório:
— Amanhã você vem em casa para o jantar. Não se atrase. — Assim que terminou, virou-se para sair.
— É só esse o seu jeito de me convidar para jantar? — Sílvio riu fria