As lágrimas de Lúcia escorriam incessantemente sobre as costas da mão de Abelardo. Ele levantou os olhos, soluçando, e ergueu a mão para enxugar o rosto da filha, balançando a cabeça, os lábios se movendo em um esforço para consolá-la.
Lúcia sabia que seu pai estava dizendo que estava tudo bem, que ela não precisava chorar.
Abelardo pegou a palma da mão de Lúcia e, com cuidado, escreveu algumas palavras: “Mantenha segredo.”
Nesse momento, as lágrimas dela transbordaram. Como seu pai, que havia