Lúcia sentiu o arroz prender na garganta, acompanhado por uma onda de amargura.
Se não estava enganada, essa era a primeira vez, em mais de um ano de silêncio gelado, que ele falava com ela de maneira tão calma e gentil.
Era ele o culpado por ela estar nessa situação!
E mesmo assim, diante desse repentino gesto de preocupação, seu coração, há muito endurecido, parecia finalmente encontrar um pouco de calor, como uma planta recebendo a luz do sol após um longo inverno.
Lágrimas ameaçaram cair,