Lúcia soltou um riso amargo, era mesmo uma ironia. Ela, a filha da renomada família Baptista, agora estava reduzida a uma situação em que nem sequer tinha liberdade.
Ela tinha pensado em sair para dar uma volta, afinal, o sol brilhava intensamente hoje, algo raro no inverno de Cidade A, onde geralmente chovia ou nevava bastante, quase nunca havia um dia tão ensolarado.
Marina percebeu que ela queria sair e sugeriu acompanhá-la em um passeio pelo jardim do prédio.
— Não precisa.
Lúcia respondeu,