— Lúcia, pare de mencionar dinheiro. — Gritou ele.
Lúcia não entendia como ele podia se irritar tanto.
A pressão na mão que segurava seu queixo aumentava, e Sílvio rangia os dentes enquanto se controlava.
Ela pensava em como ele era difícil de agradar, rejeitando até mesmo o café da manhã que ela comprara, e agora adiava constantemente as promessas do contrato que tinham assinado.
Lúcia retrucou com um tom frio:
— Presidente Sílvio, parece que entre nós só resta a relação contratual. O contrato