Após perceber que eu jamais voltaria, Conor mergulhou na bebida. Passou a se embriagar dia após dia, deixando de lado até as obrigações da matilha.
Às vezes, quando estava completamente bêbado, ele gritava me ofendendo que eu era cruel com Belinda e que eu era uma víbora.
Na maioria das vezes, porém, apenas chamava insistentemente pelo meu nome. Em seguida, corria até a câmara fria onde guardavam meu corpo e me beijava, mesmo com a carne já em decomposição. Até eu, que habitava aquele corpo e aq