Desde aquele instante em que Conor viu meu anel e, por um breve segundo, deixou escapar um lampejo de tristeza, nunca mais o vi demonstrar qualquer sinal de abatimento.
Ele continuou a trabalhar e viver como sempre fazia, mantendo a mesma rotina.
Só que, ao voltar para o castelo em que morávamos juntos, era inevitável perceber um costume que ele não perdeu.
Conor costumava estender o sobretudo para trás, esperando que eu o pegasse, enquanto me chamava pelo nome em voz alta. Então, ao se dar co