Era uma manhã cinzenta e úmida quando Lucas, ainda no apartamento de fuga, sentou-se à mesa, o apartamento pequeno e úmido era um refúgio temporário, mas ele sabia que precisava se mover rapidamente para garantir sua segurança.
Ele retirou o celular descartável da bolsa e, com um olhar preocupado, discou o número de seu contato mais confiável.
A linha estava carregada de uma eletricidade nervosa quando a voz do outro lado finalmente atendeu.
— Sim? — a voz do interlocutor era baixa e controlad