Aisha Fury
O som das espadas ecoa como trovões nos corredores tomados pela guerra.
Cada golpe que dou tem o peso da promessa que fiz, a de não recuar, não enquanto ainda houver esperança.
Meus braços ardem, mas a lâmina em minha mão não vacila. Corto o ar com precisão, bloqueio o ataque de um bruxo e giro o corpo para desferir um golpe certeiro em seu flanco. Ele grita e cai, mas não há tempo para respirar.
Outro se aproxima, os olhos negros cheios de ódio.
Ele invoca labaredas roxas nas mãos,