Aisha N XII
Me aproximo devagar, caminhando até onde está, sentado e observando o jardim lateral. Sentei ao seu lado, em silêncio. Seus olhos encaram algum ponto perdido na paisagem, mas percebo como sua mandíbula ainda está travada. Ele está tenso.
Meu noivo tem um corte no supercílio, e, além da sujeira pelo corpo, não há mais nenhum vestígio da luta.
— Eron… — chamo, baixinho.
Ele vira o rosto para mim, mas não diz nada. Seus olhos dizem muito mais do que ele parece disposto a verbalizar.
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