- Calma! - Beatriz respondeu. – Dá licença? – falou abrindo sua bolsa enorme e exagerada. – Aqui!
- Como assim? - pegou o cartão amassado.
- Eu vi que você não tinha lido, estava lacrado, peguei no lixo e guardei - falou dando de ombros.
- Você não existe!
- Agora abre logo que estou curiosa - levantou-se rapidamente, correu para trás de mim e leu junto comigo:
Patrícia... Sinto falta do seu cheiro, do seu sorriso, dos seus beijos, do seu calor. Queria que você estivesse aqui comigo, mas també