195. De volta ao destinado
Laura
Rubi levantou devagar, uma mão apoiada na lombar, a outra acariciando a própria barriga enorme. Quando chegou perto de mim, abriu os braços e me puxou para um abraço apertado. Nossas barrigas se encostaram e ela riu, iluminada.
"Olha aí, filho… dá oi para o priminho", falou para a barriga dela, toda orgulhosa.
Isso bastou para quebrar o que estava segurando minha garganta. As lágrimas simplesmente despencaram.
"Rubi… eu não sei o que fazer", murmurei, tremendo. "E se agora ele me rejeitar