Nikolas dirigia de volta para casa, os faróis do carro iluminando a estrada à frente enquanto sua mente revisava os eventos da tarde. O encontro com Klaus Hoffmann havia sido extenuante, e não conseguia afastar a sensação de que estava sendo pressionado contra um muro. A chuva fina tamborilava no para-brisa, acompanhando o ritmo acelerado de seus pensamentos.
Lembrou-se claramente do momento em que entrou no escritório de Klaus, decorado com madeira escura e uma coleção de obras de arte caras,