O corredor parecia respirar junto com ela—lento, pesado, hostil.
Elara ficou imóvel por alguns segundos, ouvindo apenas o próprio coração batendo forte demais. A porta ainda vibrava levemente da última batida, e a campainha ecoava em sua memória como um aviso que não desaparecia.
Ela apertou o celular nas mãos.
As mensagens de Kael e Leon piscavam na tela.
Kael subindo.
Leon vindo.
E alguém desconhecido… esperando do lado de fora.
A sensação de estar sendo observada, que havia começado na rua,