CONNOR
A casa fica silenciosa depois que fechamos a porta.
Não um silêncio vazio — um silêncio cheio. Daqueles que vêm depois de um dia bom, quando o corpo cansa, mas a alma continua acordada. Moon adormece primeiro no banco de trás, a cabeça caída para o lado, boca aberta sem nenhuma vergonha. Sun luta mais um pouco, como se dormir fosse perder algo importante, mas apaga antes de chegarmos ao prédio.
Carrego Moon no colo. Brooke pega Sun com cuidado, murmurando algo baixo, quase um pedido de