CONNOR
Dois meses depois...
Quando o telefone da Brooke toca, ela está encostada em mim no sofá, distraída demais para perceber o nome na tela.
— É o meu pai — ela diz, erguendo o celular como quem anuncia uma mudança no clima.
Não é susto. É atenção.
Atendo ao olhar dela enquanto ela conversa. O tom é leve, quase casual, mas conheço Brooke o suficiente para perceber o cuidado excessivo nas respostas.
— Almoço de domingo? — ela repete. — Sim… sim, claro.
Desliga.
Fica em silêncio por alguns seg