Siena Dal
A primeira manhã depois do retorno de Wei foi surreal. Acordei sentindo os vestígios de seus beijos em minha pele, o cheiro dele ainda em meus lençóis. A dor em meu coração havia sido substituída por uma nova e perigosa esperança. A guerra ainda estava lá fora, mas eu não estava mais lutando sozinha.
Luna entrou na minha suíte naquela manhã com duas xícaras de café e um olhar conhecedor.
—Você parece... diferente—, ela disse, entregando-me uma xícara.
—Eu dormi bem—, respondi, um pequ