Siena Dal
Acordei com o cheiro de café fresco e o toque suave dos lábios de Wei em minha testa. Ele havia trazido o café da manhã para a cama, uma bandeja com frutas, croissants e o café da fazenda da minha família. Seus olhos, no entanto, carregavam a melancolia da nossa iminente separação.
—Eu poderia me acostumar com isso—, eu disse, tentando manter o tom leve.
—Não se acostume. Da próxima vez, será na nossa casa—, ele respondeu, e a promessa em sua voz era a única coisa que tornava a despedida suportável.
Enquanto eu me arrumava, a atmosfera no apartamento era uma mistura de eficiência silenciosa e uma tristeza palpável. Wei checou minha mala três vezes para ter certeza de que eu não estava esquecendo nada. Kenji ligou para confirmar que o carro estava a postos e que o plano de voo do jato de Rashid estava aprovado.
Antes de sair, sentei-me na cama e fiz uma última videochamada para meu conselho de guerra. Luna, Clara e Lorenzo apareceram na tela, seus rostos ansiosos.
—É hoje—, e