78. SEM REMORSO
PAUL LINSE
Saí da sela acompanhado do carcereiro rumo ao refeitório. Eu era separado dos outros, só podia sair pra comer quando o local estivesse vazio, também não dividia a sela com ninguém. Era tratando como um criminoso altamente perigoso, os presos me temiam. Por quanto estava adorando esse lugar, mas não queria ficar por muito tempo.
Um sorriso involuntário escapou dos meus lábios. Me esconder aqui foi uma jogada de mestre.
Fiquei sabendo pelo meu advogado que a maldita não morreu ainda.