— O quê? Você falou muito baixo... Não escutei. — Disse Juliana, com uma expressão inocente.
Ela estava bem perto de Catarina.
Não havia a menor chance de não ter ouvido.
Estava claro: Juliana só queria humilhá-la ainda mais.
Catarina engoliu as lágrimas e, respirando fundo, repetiu com mais firmeza:
— Me desculpa!
Dessa vez, Juliana assentiu, satisfeita.
Ficou alguns segundos encarando Catarina, depois se inclinou de repente, aproximando-se perigosamente.
A aproximação foi tão inesperada que Ca