Naquele momento, todo o sangue parecia ter sumido do rosto de Bruno.
Ele desabou com o peso todo sobre Juliana, os braços envolvendo instintivamente a cintura fina dela, como se o corpo estivesse buscando apoio.
A testa dele se franziu de dor, e a respiração estava descompassada.
Juliana mal conseguia sustentá-lo em pé, mas ainda assim tentou levá-lo para fora do elevador.
A porta do apartamento era protegida por senha.
Ela chamou Bruno várias vezes, na esperança de que ele recobrasse a consciên