— Juliana, eu preciso te perguntar uma coisa.
Os dois se encaravam.
Ela, fria.
Ele, contido... Mas à beira de explodir.
Juliana tentou se soltar.
Mas o pulso ainda estava preso entre os dedos quentes dele.
O calor da pele de Gustavo provocava nela uma repulsa instintiva.
Uma náusea subia pelo estômago, e seu rosto perdeu a cor.
— Solta. — Disse ela, com a voz baixa, mas firme.
Gustavo a fitava intensamente.
O olhar dele era profundo, sombrio.
— E se eu não soltar? Eu só quero... Aaah!
Ele não te