Gustavo estava na sala de atendimento, tratando o ferimento no ombro.
Viviane o acompanhava de perto, observando com preocupação a abertura de alguns centímetros em sua pele, os olhos cheios de compaixão e dor.
— Guto, a culpa foi minha... Se eu tivesse te puxado a tempo, você não teria se machucado.
A voz de Viviane vinha carregada de remorso.
As lágrimas já brilhavam em seus olhos, mas ela se forçava a segurá-las.
Ela sabia muito bem que, numa situação dessas, chorar só iria irritar ainda mais