— Sr. Gustavo, se não tá usando os olhos, melhor doar para quem precisa.
Juliana desligou a tela do celular com calma e ficou ali, de pé, com uma postura relaxada, encarando o cerco dos três sem demonstrar o menor sinal de medo.
Quanto mais ela se mantinha tranquila e desafiadora, mais a irritação crescia no fundo do peito de Gustavo.
Afinal, Juliana já não tinha mais nada.
Então, de onde vinha tanta arrogância?
Quem dava a ela essa coragem?
Bruno?
Por um momento, Gustavo cogitou essa hipótese,