Juliana nem sequer mudou a expressão.
— Não quero, não me importa.
Ela achava que estar sozinha era ótimo. Poder fazer o que quisesse, sem se preocupar com as consequências, era uma liberdade que ela apreciava.
Se Sarah achava que aquilo poderia ameaçá-la, estava redondamente enganada.
Juliana, que não seguia as regras, deixou Sarah sem palavras.
Olhou ao redor e sentiu-se satisfeita com o estado caótico da sala de estar.
Pegou o celular e exibiu o código de pagamento.
— Taxa de limpeza.
O lix